O cenário do comércio exterior enfrenta um momento de forte volatilidade. Recentemente, observamos uma tendência de alta acentuada nos custos logísticos, impulsionada por uma combinação de falta de equipamentos e gestão estratégica de espaço por parte dos armadores.
Abaixo, detalhamos os principais pontos que estão moldando o mercado nas últimas semanas:
1. Tendência de Alta Ininterrupta
As tarifas de frete não dão sinais de arrefecimento. A previsão é que os valores continuem subindo de forma consistente após o dia 21 de maio. O mercado entrou em um ciclo onde a procrastinação no fechamento de reservas resulta, invariavelmente, em custos maiores.
2. Gestão de Espaço e Priorização de Reservas
Os armadores estão exercendo um controle rigoroso sobre o inventário de espaços nos navios. Atualmente, há uma clara priorização para cargas com tarifas de mercado (spot) em detrimento de contratos antigos com valores defasados.
Regra do momento: Quanto maior o valor do frete aceito, maior a probabilidade de liberação imediata do booking.
3. Retorno de Taxas Extras (SPG e EQT)
Com a alta demanda e a escassez de contêineres, as taxas de Space Guarantee (SPG) e Equipment Fee (EQT) voltaram a ser aplicadas. Essas cobranças começarão a aparecer com frequência nas novas cotações e revisões tarifárias, visando garantir a disponibilidade de equipamento e a reserva da praça.
4. Movimentação Estratégica na China
Na origem, exportadores chineses já se anteciparam ao movimento de alta. Para manter o controle dos embarques sob os Incoterms CFR/CIF, estão negociando fretes na casa de USD 4.800 por 40’HQ para a última dezena de maio (22 a 31/05).
Decisão logística não pode ser reativa em um mercado como esse.
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